sexta-feira, 17 de junho de 2016


O Ministério da Morte, da Escravidão e da Maldição.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:


http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27
:

Por conseguinte, a Lei é santa, o Mandamento é santo, justo e bom. Acaso, o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário....”.   Paulo, a respeito das Dez Leis, em Romanos, 7.11 e 12.

“O povo, que jazia em trevas, viu a grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz”.  O Evangelho, a respeito de Jesus, a Luz do mundo, em Lucas, 4.16.

Jesus iluminou o mundo em trevas!


Este, para muitos, é um trecho da Palavra Escrita difícil de interpretar, pois como já dizia Simão Pedro, na Segunda Carta de Pedro, 3.16, o Apóstolo Paulo às vezes escrevia coisas difíceis de se entender, e que os aproveitadores e os ignorantes se valem disso para deturpar a Palavra de Deus, e deturpam outros textos das Escrituras, como de fato o fazem.

Os fariseus modernos deturpam as Escrituras e serão condenados por isso:

e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles”. II Pedro, 3.15.

“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei firmes e não vos submetais, de novo, ao jugo da escravidão. Gálatas, 5.1.

De que, afinal, Paulo falava? Poderia Paulo, estar se referindo às Dez Leis como leis escravas? Poderia o santo apóstolo Paulo, que tanto se espelhava em Jesus ter amaldiçoado as Dez Leis que seu Mestre determinou que fossem inabaláveis e eternas, em Mateus, 5.17 até 28? Poderia qualquer uma das Dez Leis formar o Ministério da Morte, o Ministério da condenação, da escravidão e da maldição?

No caso de 2 Coríntios 3:7: o Ministério da Morte cravado em letras de pedra tivesse esse sentido exato, certamente faria o Deus da Bondade um assassino sem misericórdia, pois ele nos pede OBEDIÊNCIA no verso de João 14:15: “Se me amais, guardai os meus mandamentos”.

 Com respeito ao Ministério da Morte, não há uma só pessoa no mundo que consiga explicar sem dar uma "enrolada" e até posso me apoiar em Simão Pedro quando ele atribuiu a Paulo ter escrito coisas difíceis de entender, e o tal Ministério da Morte é um deles. 

E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada;
Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição”.   2 Pedro 3:15-16



Como é absolutamente inviável o Senhor Deus ser visto como um assassino  e absolutamente incoerente ao nos promulgar suas 10 leis, devemos ter em conta por que Moisés tinha o seu semblante resplandecido.  Isso aconteceu exatamente por conta das visões que teve durante os trabalhos de Deus no Monte Sinai: Trovões, raios, fogo, fumaça, o Monte tremendo o tempo todo e os anjos tocando as trombetas cada vez mais alto, principalmente a própria presença de Deus no local, mesmo sem ser visto, deixaram marcas no semblante de Moisés.




Para INVIABILIZAR, totalmente, a sentido mortal e nocivo de O MINISTÉRIO DA MORTE, bastaria eu, aqui, colocar todos os 10 Mandamentos de Êxodo 20  e perguntar ao irmão, apontando UM A UM cada mandamento:

... será esse um dos mandamentos de Deus que nos escravizaram e até nos mataria segundo a Ministério da Morte?

A Lei de Deus existente em toda a  Bíblia é considerada santa, justa e boa, pelo mesmo Paulo em Romanos 7:12. Por isso, não há com aceitar um Paulo que se declarou ESCRAVO das leis e num tipo de dupla personalidade afirmar que o mandamento santo, justo e bom, do qual se confessa escravo seja pertencente ao Ministério da Morte quando é observado da maneira correta.

“Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo” 1 Timóteo 1:8.

Para TENTAR explicar o tal Ministério da  Morte (MISSÃO MUITO DIFÍCIL), entendo que Paulo está se fazendo entender aos judaizantes de Corinto que  a Lei. POR SI SÓ,  não é o meio de salvação, assim como defendiam  os judaizantes.  A lei nos mostra, em nossa fraqueza, a nossa condição miserável para recorrermos a Jesus. A Lei por si só, sem estar aliadas às revelações de Jesus quando ao Amor e boas obras não tem a função salvífica. A Lei tem de ser obedecida com a ajuda do Espírito Santo por que é ele quem a escreve no coração do ser humano:

Porque esta é a aliança que depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo” Hebreus 8:10.


 Os que utilizam esse preceito para tentar justificar que Jesus “excluiu” as Dez leis, de modo satânico se desviam da explicação de Paulo sobre o que queria dizer quanto às leis que escravizavam, pois em seguida a esse verso, ou seja Gálatas 5:2, está claro que dentre as leis que escravizavam estava o mandamento da dolorosa circuncisão que os gálatas queriam que fosse aplicada, também, aos gentios, novos convertidos ao cristianismo, o que  prejudicaria, em muito, a adesão dessas almas antes perdidas. A lei da circuncisão era uma das obras da carne, abominadas por Jesus, pois se tivessem sido introduzidas como Verdade na Nova Religião da Graça de Jesus, de fato escravizariam o homem.




A respeito das leis do Decálogo, o apóstolo Paulo se confessou ESCRAVO das leis de Deus, do Decálogo. Vamos às legitimações das 10 leis por Paulo:

A Hora da Verdade do apóstolo Paulo: Principalmente na Carta aos Gálatas, ele abominava as leis que só vigoraram até João, mas quanto às leis do Decálogo, se confessa escravo delas:

 “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”.  Romanos, 2:12.  Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo,  justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto,  sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, Adão e Eva não poderiam ter sido ser expulsos do Paraíso se a eles não tivesse sido dada uma lei pelo Senhor Deus; não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas, e isso foi realizado também por seu próprio Filho e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer!


Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

As Sete Verdades sobre o Sétimo Dia


  Di    Dizem  os sábios que um bom exemplo vale mais que mil palavras. É ou não é? É claro que é! então, vamos ver os vários exemplos de Jesus e de sua Igreja Primitiva santificando os sábados  (que valem mais que milhões de palavras) até mesmo décadas após a Ressurreição de Jesus?  Essa parte ANULA completamente as pretensões dos que defendem erradamente o domingo “substituindo” o Sábado Santo, solene e Abençoado do Senhor:

PRIMEIRA VERDADE

  
  “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.   Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida.
Os pastores evangélicos, na maioria, como sempre tentando desmerecer os sábados santos e abençoados de Deus, alegam que Jesus sendo judeu,  aos sábados frequentava o templo segundo sua tradição. Ora, acontece que, ao  mostrar-se  apresentando no templo aos sábados Jesus o fazia para nos dar o exemplo, pois tudo o que Jesus fez na Terra foi com o objetivo direto de nos deixar como exemplo.  Se o Espírito Santo de Deus quisesse mostrar Jesus frequentando o templo aos sábados para nos dar o exemplo, é certo que mostraria Jesus no templo aos sábados, da mesma forma como Está Escrito em Lucas 4:16.


Esse exemplo foi altamente salutar, pois toda a sua Igreja Primitiva imitou-o CONTINUANDO a santificar os sábados de Deus Pai. Vejamos as provas bíblicas que Jesus, seus apóstolos, sua Igreja e até a Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados!

SEGUNDA VERDADE


Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, sendo os cristãos da Igreja Primitiva legalistas, é certo que devemos imitá-los. Boa parte dos pastores evangélicos usam essa palavra legalista como se fosse algo nocivo, mas ao contrário, é altamente benéfico, pois se refere à OBEDIÊNCIA A DEUS PAI aos SEUS DEZ MANDAMENTOS.

Por sinal, o Senhor Deus é o maior dos legalistas, pois o Universo Inteiro funciona sob suas leis e diretrizes.





TERCEIRA VERDADE


Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito acima revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  

Mas os fariseus de quase todas as denominações, também clérigos católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações do Espírito Santo de Deus?

QUARTA VERDADE


“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar aos sábados, e como quase toda a cidade não caberia num templo, as reuniões para louvar o Senhor eram realizadas ao ar livre, e isso não poder ser negado, sem se ingressar no farisaísmo.

O apóstolo Paulo, aos sábados, conseguia levar QUASE TODA A CIDADE a louvar nesse dia santo e bendito do Senhor, por isso, aos domingueiros eu pergunto: Cadê o tal domingo?



QUINTA VERDADE


 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo  após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

Vejamos uma das provas bíblicas que revelam que os judeus não aceitavam, de modo algum, a presença de gregos ou outros estrangeiros em seu templo, e por isso tentaram até matar o apóstolo Paulo:

“Clamando: Homens israelitas, acudi; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, demais disto, introduziu também no templo os gregos, e profanou este santo lugar”.  Atos 21:28.

No caso aqui, o apóstolo Paulo estava sendo acusado de violar as leis, mas essas leis nada tinham a ver com as 10 do Decálogo, e sim das leis ainda defendidas pelos fariseus, escribas e os principais do templo, tais como, sendo as principais os sacrifícios dos animais nos templos, a lei da morte, do chicote, a segregação racial e principalmente a lei da Circuncisão da carne.  

Infelizmente, a favor de suas doutrinas, a maioria dos pastores evangélicos fazem uma nociva confusão a respeito de leis e leis. As leis de Deus "imexíveis" e as leis e ordenanças retrógradas que por isso mesmo só vigoraram até João (Lucas 16:16).

Por isso mesmo, tive de elaborar, cuidadosamente, um blog, mostrando os erros de interpretação da Carta aos Gálatas, onde Paulo abomina um grupo de gálatas que pretendia que as leis citadas continuassem a valer também no Evangelho:



SEXTA VERDADE


Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12. 

 Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.


SÉTIMA VERDADE


7)           “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

No próprio Mandamento do Sábado, o Senhor Deus nos revelou, claramente, que sempre será o Dia do Senhor:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11

Como Está Escrito que o Senhor Deus nunca muda em suas promulgações, a do Monte Sinai foi a principal, a mais importante delas todas, mas a despeito dessa Verdade, a maioria que se diz cristã pisa na Palavra de Deus, ingressando fortemente na Desobediência, se esquecendo que a Desobediência reiterada e constante aos seus mandamentos foi a causa de o Senhor ter varrido da face da Terra 11 das 12 tribos de Israel, SEU POVO DILETO, e só não extinguiu a última porque o Messias teria de nascer, necessariamente, de Israel.

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Como Está Escrito em Tiago que não adianta guardar somente nove dos mandamentos, pois, se faltar um só, a Desobediência a Deus estará caracterizada:


“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11
Então, o Ministério da Morte e da Maldição nada tem a ver com as 10 leis do Decálogo
.
Ou será que Jesus nos libertou das leis e das tradições retrógradas da antiga religião das sombras da morte? Mas é claro que todos concordam com isso, por isso mesmo Está Escrito que essas leis e tradições antigas só vigoraram até João. Lucas 16:16, pois não tiveram parte no Evangelho, como pretendia um grupo de Gálatas.

A religião antiga dos judeus, antes da Vinda de Jesus, era um verdadeiro Ministério da Morte, da Maldição e da Escravidão, como assim a chamou Paulo (que também antes a tinha vivido) na Segunda a Coríntios  3:7 a 11, pois os judeus glorificavam a Deus no templo e logo depois eram convocados a esfacelar até à morte uma pobre mulher adúltera; que usavam a lei do chicote; a lei da dolorosa circuncisão; que praticavam a segregação racial, pois chamavam a todos que não tivessem nascidos israelitas de cães pagãos e não permitiam, de jeito nenhum, que um só desse adentrasse seus templos; que viviam uma religião de ordenanças no templo e fora do templo, pois aos sábados santos e solenes do Senhor nem o fogo se podia acender na cozinha e nem caminhar muitos passos e muitas coisas mais, ao que o Evangelho de Jesus chama de RELIGIÃO DAS SOMBRAS DA MORTE, o mesmo Jesus que tantas vezes tentaram matar, respaldados pela sua religião das sombras da morte, e acabaram por conseguir quando venceu o tempo do Messias na Terra:

“O povo, que jazia em trevas, viu a grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz”.  O Evangelho, a respeito de Jesus, a Luz do mundo, em Lucas, 4.16.




Jesus iluminou o mundo em trevas!

O que era escravidão na Igreja Primitiva:

“Contudo, nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circundar-se. E isto, por causa dos falsos irmãos que se colocaram entre nós com o fim de nos espreitar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus e reduzir-nos à escravidão”.  Paulo, em Gálatas, 2, 3 e 4, criticando as leis que conduziam à escravidão, que constituíam o ministério da morte, e deixa aqui bem claro que uma das principais leis que escravizavam era a circuncisão.  

Mas os hipócritas fariseus, todos eles, tanto católicos como evangélicos, atribuem as leis que escravizavam com sendo os Dez Mandamentos, apenas para justificar a abominação do sábado solene e santo de Deus a favor do domingo inventado pelo homem no ano 364, pelo Concílio de Laodicéia, por Libório, um papa segundo a listagem católica de seus papas.

Os fariseus modernos usam de vários modos para desmerecer os Dez Mandamentos do Senhor, tentando desmerecer Moisés:

“E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia”.  II Coríntios, 3.13.

Mas até no Apocalipse do Senhor, Moisés e os Dez Mandamentos são vivamente ressaltados.

“Abriu-se, então, o Santuário de Deus, que se acha no Céu, e apareceu a Arca da Aliança, e sobrevieram relâmpagos, vozes, terremotos, trovões e grande saraivada. Apocalipse, 11.19.  

De tão importantes que são as Dez Leis, estão especialmente guardadas dentro do próprio Santuário de Deus e vai aparecer a todos os viventes na Vinda de Jesus, conforme o Apocalipse.

Ora, o que haverá na Arca da Aliança de Deus mais importante que as Dez Leis?

Para ressaltar, mais ainda, a grandiosidade das 10 leis de Deus, o único Profeta que vai ser homenageado no Grande dia de Jesus será Moisés, que tem tudo a ver com o Decálogo, pois os escolhidos de Deus, todos vestidos de branco, num coral esplêndido, certamente acompanhados por uma orquestra divina, cantarão o Hino de Moisés, tendo como audiência Todas as Nações. Apocalipse 15:3.

Uma parte dos pastores evangélicos abominam as leis afirmando, em sua paupérrima sabedoria, interpretando ao avesso a Carta aos Gálatas, que Jesus teria pregado na crus as leis, como se elas nos escravizassem, se referindo ao Decálogo.

Mas as 10 Leis, na realidade, foram um PRESENTE DE DEUS à Humanidade. Vejamos:

Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.



Porque o povo de Deus, os remidos, no Dia da Volta de Jesus vão entoar, solenemente, o Cântico de Moisés, chamado de o Servo de Deus? Ou será que Moisés e a Arca da Aliança do Santuário de Deus nada tem a ver com os Dez Mandamentos? Ver: Apocalipse, 15.3.

Além dos itens citados acima, vejamos mais tributos da religião das Sombras da Morte, do Ministério da Morte:

“...e fará com que a mulher beba a água amarga, que traz consigo a maldição”. Números, 5.20.

As leis que escravizavam e que traziam a maldição, no Velho Testamento. Depois, passaremos à descrição dessas leis no Novo Testamento.

O Ministério da Morte, no Velho Testamento:

Fala aos filhos de Israel: Se uma mulher conceber e tiver um menino, será imunda por sete dias, como nos dias de sua menstruação será imunda... Mas se tiver uma menina será imunda por duas semanas”.  Levítico, 12.1 a 5.

Pelo Ministério da Morte, da maldição, do escravismo, quando uma mulher israelita tivesse sido acusada de adultério, tinha de ser submetida a um julgamento penoso. Neste julgamento, a esposa enfrentava uma complexa cerimônia de ritos e rituais, de maneira bastante humilhante, no qual se supunha provar sua culpa ou inocência por atos nada saudáveis. Se ela fosse julgada como culpada, por certo seria sentenciada à morte, mesmo que pudesse ter sido vítima de falsos testemunhos. Números, 5.11 a 31.

“Então o sacerdote dirá à mulher: o Senhor te ponha por maldição e  por praga no meio do teu povo, fazendo-te o Senhor descambar a coxa e inchar o teu ventre; e esta água que amaldiçoa penetre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre e te descair a coxa. Então, a mulher dirá: Amém. Amém.  E O sacerdote escreverá estas maldições num livro e, com água amarga, as apagará; e fará com que a mulher beba a água amarga, que traz consigo a maldição, e, sendo bebida, lhe causará amargura.... e a mulher será por maldição no meio do povo”.  Números, 5.20 a 27.

Se um israelita tomasse uma mulher por esposa e, após se deitar com ela,  a acusasse de não ter se mantido virgem até o casamento, e seus pais não conseguissem provar a sua virgindade, a pobre mulher, até vítima de um possível desagrado do marido na tentativa de acabar com o casamento com uma mentira, teria de ser apedrejada até à morte.  Deuteronômio 22.13 a 24.

Pelas leis de Moisés antigas, uma mulher menstruada era considerada coisa imunda. Levítico, 15.19 a 23.

Devido a sua natureza  dita contaminadora, uma mulher menstruada, em alguns casos era completamente isolada, a fim de se evitar qualquer possibilidade de contato com ela. Era considerada uma coisa suja, enquanto durassem os seus dias de mulher. Ela era levada para um lugar próprio denominado ‘a casa das impuras’, por todos os dias de sua impureza, ou seja, as regras naturais de uma mulher, criada assim pelo próprio Senhor. O Talmud considera a mulher, em seus dias de regra, como mulher fatal, mesmo que não haja qualquer contato físico com seu marido, nesses dias.

"Se um homem é encontrado dormindo com a esposa de outro homem, ambos devem morrer. Deve-se expurgar o mal de Israel". (Deuteronômio, 22.22.

"Se um homem comete adultério com a esposa de outro homem, ambos, adúltero e adúltera devem ser colocados para morrer".  Levítico, 20.10.

Se um homem estuprasse uma jovem virgem e isso fosse descoberto, ele teria de pagar aos pais da moça a quantia de 50 shekels de prata.  O homem ou jovem, no caso, seria obrigado a assumir o casamento com a jovem violada por ele, e ainda ele não poderia se divorciar dela enquanto vivesse. Deuteronômio, 22.28 a 30.

Conforme mais essa lei do Ministério da Morte, qual dos dois seria, de fato e de direito, realmente punido? Se a jovem tivesse sido estuprada por alguém ao qual muito antipatizasse, teria de permanecer uma simples escrava dele por toda a vida.  

Pelas leis de Moisés, se um homem fosse pego trabalhando aos sábados, mesmo que fosse apenas catando gravetos para o seu fogão, era morto pela lei de Moisés.

O Ministério da Morte, no Novo Testamento:

“Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, ao jugo da escravidão”.  O Evangelho de Paulo, em Gálatas, 5.1. Em seguida, Paulo indica o que bem queria dizer a respeito do que escraviza:

Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circundar, de Cristo nada se aproveitará. De novo testifico que quem se deixa circundar, estará obrigado a guardar toda a lei”. Gálatas, 5. 2 e 3.

Bem, TODA A LEI jamais pode ser atribuída às Dez Leis, pois o próprio Jesus as legitimou em Mateus, 5.17 e seguintes e ainda abaixo, onde revela que o cristianismo se fundamenta nas Dez Leis, resumidas de forma que abrangem todas as determinações do Senhor no Monte Sinai:

Perguntaram a Jesus:

“Mestre, qual o maior dos mandamentos da Lei?  Respondeu-lhes Jesus:  Amarás ao teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Este é o grande e Primeiro Mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás a teu próximo como a ti mesmo.  Destes DOIS MANDAMENTOS dependem TODA  lei e os profetas”.  Mateus, 22.36 a 40, revelações de Jesus a respeito da validade dos Dez Mandamentos.

 “Porque qualquer que guarda toda a Lei, mas tropeçar num só ponto dela, se torna culpado de todas”.  Tiago, 2.10. Antes, no verso 8, está revelado, claramente, que esse verso 10 se referia às Dez Leis de Deus.
Paulo, novamente legitimando a Lei, tal com Jesus o fez em Mateus 5:17:

“Porém, confesso-te segundo o Caminho, a qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos Profetas, tendo esperança em Deus”.
Atos dos Apóstolos, 24.14.

Paulo, legitimando, novamente, as Dez Leis, repetindo Jesus:

“Porque toda a lei se cumpre num só preceito, a saber: Amarás o teu semelhante como a ti mesmo”. Gálatas, 5.14.

Em Romanos, Paulo revela o mesmo:

“...pois quem ama o seu semelhante tem cumprido a Lei. Pois isso: Não adulterarás. Não matarás, não furtarás, não cobiçarás e, se há qualquer outro Mandamento,  tudo se resume nestas palavras: Amarás ao seu semelhante com a ti mesmo, porque o amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da Lei  é o amor”.  O Evangelho em Romanos, 13. 8 a 10.

Então, quais as leis que escravizam, que trazem a maldição, que formam o Ministério da Morte? No Velho Testamento já vimos apenas algumas, e são graves. Veremos, agora, então, no Evangelho. 

   Os deturpadores de Romanos, 13.8, alegam, apegados a Colossenses, 2.14 para tentar provar que foram canceladas as Dez Leis e com elas o sábado:

“...Tendo cancelado o escrito da dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente encravando-o na cruz”.  Colossenses, 2.14 e seguintes.

Vamos examinar esse texto? Se Paulo se referia aos Dez Mandamentos como se nos fossem prejudiciais, qual dos Dez Mandamentos nos são prejudiciais? O Primeiro? O Segundo? O Terceiro, ou seria o Quarto? Qual dos Dez então? Ou será que Paulo não falava das leis de ordenanças judias que escravizavam, tal como a lei do apedrejamento; do sacrifício de bodes e de touros; a lei da dolorosa circuncisão; ou seria a lei da segregação racial?

Em Romanos, Paulo retrata o Antigo Testamento no qual profetiza que Jesus viria libertar Jacó, o povo de Israel, de suas impiedades. Portanto, as impiedades constituíam o Ministério da Morte, e não os Dez Mandamentos, pois Jesus não nos apartou deles, ao contrário, os legitimou de forma eterna em Mateus, 5.17 e seguintes.

“E assim, todo Israel será salvo, como Está Escrito: De Sião virá o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades”. Romanos, 12.26.

Eis Jesus se indispondo gravemente contra essas leis que escravizavam, cujas leis Jesus pregou na cruz:

“Ai de vós, interpretes da Lei! Porque sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças, mas vós, nem com um dedo os tocais”.  Jesus, em Lucas, 11.46.]

Nos cinco Livros de Gálatas, podemos perceber que esse povo teimava em continuar com determinados preceitos da sua tradição, também no cristianismo, e notamos, claramente, a luta de Paulo contra esse povo teimoso, pois tais leis realmente escravizavam tirando a liberdade da verdadeira religião que dispensava as obras da carne.

Quais eram, então, essas leis que os Gálatas teimavam em introduzir no cristianismo, na religião da Graça e da liberdade de Jesus, tão combatidas por Paulo? Acaso seriam as obras da caridade? 

Ora, foi pelas obras da caridade que o mundo identificou o Messias salvador:

“Porque as obras que meu pai me confiou para que eu as realizasse, essas obras que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou”.  Jesus, em João, 5.36.

Mais abaixo estão relacionadas as principais obras nocivas ao cristianismo, as obras da lei abominadas pelo Evangelho.

“Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim por sua fé em Cristo Jesus”. Gálatas, 2.16.

Ora, de quais obras da lei Paulo se referia? Acaso se referia às obras de caridade? Não sendo possível uma coisa dessas, pois agride tremendamente o próprio Jesus em Mateus, 25.31 até 40, onde nos revela que as obras de caridade tem predominância na salvação do homem, vejamos, então, a que tipo de obras Paulo se referia:

No capítulo 2, verso 4, Paulo bem explica o que é este evangelho amaldiçoado, que leva o homem à escravidão das obras das leis que os Gálatas queriam que fossem implantados, também, no cristianismo:

“Contudo, nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circundar-se. E isto por causa dos irmãos que se entremearam com o fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Cristo e reduzir-nos à escravidão”.  Gálatas, 2.5 e 5.


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Notaram? Só não percebe quem não quer: sempre que Paulo citava as leis que escravizam, as leis que Jesus pregou na cruz, etc, etc, Paulo se referia às leis judias que tiravam a liberdade da Nova Religião: o cristianismo, no qual não tinha lugar para as leis que escravizavam, sendo a principal delas a lei do apedrejamento e a lei da dolorosa circuncisão, que os Gálatas pretendiam que fosse aplicada também aos pagãos convertidos.

Por todos os cinco capítulos do Livro Gálatas, Paulo os admoesta gravemente, pois uma parte desses pretendia continuar a praticar as leis de Moisés, as das tradições dos judeus, que compunham da dolorosa circuncisão, da aspersão de sangue de bodes para apagar os pecados (especificados com detalhes em Hebreus, capítulos 9 e 10) a que os pagãos convertidos tinham de passar e de outras obras da lei, abominadas por Jesus e por Paulo, que denominava a essas obras da lei como malditas.  Evidentemente, é claro, que tal maldição nada tem a ver com os Dez Mandamentos.  Mesmo porque, nesse mesmo capítulo de Gálatas, 3.21:

“É, porventura, a Lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum!”.

Evidentemente, agora, Paulo se refere aos Dez Mandamentos, que concordam em tudo com as promessas de Deus, pois afinal Ele criou as Leis e nos concedeu as promessas por Jesus.

Portanto, as obras citadas em Gálatas 2.16, colocados acima, nada têm a ver com as obras da caridade cristã, as do verdadeiro amor, pois sem elas não há salvação alguma.

As leis que escravizavam, conforme Paulo:

“Para a liberdade foi que Cristo vos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, ao jugo da escravidão. Eu Paulo, vos digo, que, se vos deixardes circundar, de Cristo nada se aproveitará”. Gálatas, 5. 1 e 2.

Mas os fariseus modernos, para tentar fugir da obrigação da observância de todos os Mandamentos, tentam relacionar as leis que escravizavam, malditas, que foram pregadas na cruz com Cristo, são as Dez Leis. Um absurdo sem tamanho!!!

 “...Aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças... Efésios, 2.15.

Também aqui, se lermos o contexto por inteiro, vamos entender que Paulo se referia, também, às obras da tradição judaica, e não aos Dez Mandamentos da Lei de Deus, perpetuados por Jesus, também Deus, em Mateus, 5.17 e seguintes.



Os preceitos advindos das leis de Moisés (que formam 603 preceitos colocados em Levítico, sem se contar as Dez Leis) que de fato escravizavam, na pratica da Nova Mensagem, mas foram barrados por todos os integrantes do Evangelho:

Os Gálatas tentaram continuar com a circuncisão.

Tentaram continuar com a segregação racial.

Tentaram continuar com os ritos dos templos.

Tentaram continuar com o ódio aos inimigos.

Tentaram continuar com as altas severidades da guarda do sábado (cargas pesadas, segundo Jesus) e por aí afora.

Mas não conseguiram, pois a partir de Jesus, que veio para reformar as leis, passou a vigorar a religião da graça, que dispensou todos esses itens que traziam a maldição. Mas quanto aos Dez Mandamentos, basta-nos uma leitura cuidadosa dos quatro evangelistas para percebermos, verdadeiramente, que Jesus montou o cristianismo sobre as Dez Leis. Já imaginaram algo funcionar sem leis? Nada, mas absolutamente nada, funciona sem diretrizes, sem normas, sem regulamentos ou sem leis.

Abaixo, a Palavra Escrita revela que antes de subir aos Céus, Jesus deu mandamentos aos seus discípulos e a todos nós. Ora, mandamentos são leis:

“...depois de ter dado Mandamentos por intermédio do Espírito Santo de Deus aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas”.  Atos dos Apóstolos, 1.2.

Esses preceitos acima, colocados desde o início dessa mensagem, como muitos e muitos outros, formavam o Ministério da Morte, da escravidão e da maldição. Já pensou nesses preceitos fazendo parte da Nova Mensagem? Primeiro que a Nova Mensagem não seria nova de modo algum, segundo porque Jesus nada de novo ensinar, e nem poderia ter passado pelo Grande Sacrifício do Cordeiro, pois teria sido em vão.

Esse era o Ministério da Morte, advindo das leis de Moisés, que falava por Deus, mas que conforme os seus mistérios nos enviou ao seu próprio Filho para reformar essas leis, mas também para perpetuar as Dez Leis das Tábuas da Aliança, como de fato Jesus o fez na sua primeira pregação às multidões. Mateus, 5.17 e seguintes.

O resto são argumentos desesperados dos que defendem o sábado solene e santo de Deus como um mandamento maldito, que escraviza como sendo o principal dos itens que formam o Ministério da Morte.

“Não julgueis que vim abolir a Lei ou os profetas. Não vim para os destruir, mas sim para os fazer cumprir. Porque em verdade vos digo: Passarão os céus e a terra antes que passe da Lei um só jota sem que tudo seja cumprido”.   Revelações do Senhor Jesus, em Mateus 5.17 e 18.


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Continuando o Sermão da Montanha:

 “Aquele, pois, que violar um só destes mandamentos,, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no Reino dos Céus... Porque vos digo, que se a vossa justiça não exceder, em muito, a dos fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus”. Mateus, 5.20, e a seguir Jesus se refere a alguns dos Mandamentos das Dez Leis.

Jesus não se cansava de acusar os fariseus  que pretendiam barrar a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus:


“...Porque vos digo, que se a vossa justiça não exceder, em muito, a dos fariseus..”..

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino de Deus aos homens; pois vós não entrais; nem deixais entrar os que estão entrando nos Céus”.  A ira de Jesus, em Mateus, 23.13.

Ai de vós hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados:  Por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de cadáveres, e de toda espécie de podridão.  Assim também vós,  por fora pareceis justos aos olhos dos  homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade”.  Repreensões de Jesus, em  Mateus,  23.27.

“Serpentes! Raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?”. Jesus, em Mateus, 12.33.

“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque fechais o Reino dos Céus aos homens e, para justificar isso, fazem longas orações; por isso, sofrereis um severo castigo”. Jesus, em Mateus, 23.13.

“Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, pois ensinam preceitos das doutrinas dos homens”.   Mateus, 15.7 a 9.

Atos dos Apóstolos nos mostram bem claramente o que eram leis escravas, cargas pesadas, difíceis de suportar, segundo os próprios apóstolos:

“Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos.

Tendo havido, da parte de Paulo e Barnabé, contenda e não pequena discussão com eles, resolveram que esses dois e alguns outros dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e presbíteros, com respeito a esta questão. Enviados, pois, e até certo ponto acompanhados pela igreja, atravessaram as províncias da Fenícia e Samaria e, narrando a conversão dos gentios, causaram grande alegria a todos os irmãos.

Tendo eles chegado a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos e pelos presbíteros e relataram tudo o que Deus fizera com eles. Insurgiram-se, entretanto, alguns da seita dos fariseus que haviam crido, dizendo: É necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés.

O capítulo inteiro de Atos 15, revelou a primeira reunião dos principais do cristianismo exatamente para definir a validade ou não da mais que secular lei da Circuncisão da Carne. Estavam presentes o apóstolo Paulo e Simão Pedro.  O apóstolo Paulo se referiu a Lei da Circuncisão como CARGA PESADA, um jugo que nem os pais puderam suportar.


Para entender, bem, a lei da Circuncisão, que um grupo rebelde de Gálatas defendia sua inclusão no cristianismo, imaginem o apóstolo Paulo frente a um grupo de pagãos recém convertidos ao cristianismo. Paulo, com uma faca nas mãos se dirige a eles:


"Meus irmãos em Jesus, parabéns pela sua conversão, pois estão a caminho da Eternidade das Luzes de Deus, através da Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.   Mas para que vocês possam fazer parte do cristianismo, é necessário que eu, com essa faca, corte o prepúcio do pênis de cada um. Vai doer em todos, em alguns vai sangrar bastante e em outros poderá infeccionar, mas é preciso esse sacrifício".  Ora, mas que religião da Graça e da Liberdade seria essa?


Por isso mesmo foi realizada a reunião dos principais do cristianismo, reunião essa que os clérigos católicos deram o nome de o primeiro concílio católico, sendo que somente 500 anos depois seria criado o tal catolicismo.


Então, se reuniram os apóstolos e os presbíteros para examinar a questão. Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que, desde há muito, Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem.

Ora, Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo o Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera. E não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós?

Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Atos dos apóstolos, capítulo 15.

A dolorosa circuncisão na carne era apenas uma das leis escravas, que amaldiçoavam, leis estas que o Evangelho tanto se colocou contra, principalmente o apóstolo Paulo.

Finalmente A LEI ESCRAVA DA CIRCUNCISÃO FOI VARRIDA DO EVANGELHO na citada reunião.


Waldecy Antonio Simões  walasi@uol.com.br


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